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Sobre médicos, preconceito, marketing e oportunidade

Marketing Vendas

 

Eu não poderia imaginar que durante uma conversa trivial de um jantar eu teria esta incrível revelação: existe uma desconfiança enorme entre os médicos a respeito do marketing. Acompanhe neste artigo como foi a conversa reveladora e descubra a conclusão surpreendente: podem existir incríveis oportunidades aguardando aqueles que ousarem rever antigas opiniões.

Jantando Com Um Amigo Psiquiatra

Há alguns dias saí para jantar com um grande amigo. Comer massa, tomar vinho e conversar. Logo no início da noite começamos a falar sobre um assunto interessante. Discutíamos sobre a relação entre o marketing e a propaganda, e de que maneira os profissionais autônomos tem feito uso dessas ferramentas. Meu amigo é médico psiquiatra. Possui mais de 30 anos de experiência. Seu consultório está sempre cheio devido ao seu ótimo trabalho e à sua fama, conquistados ao longo de todos esses anos.

Durante o jantar ele acabou compartilhando comigo uma percepção particularmente peculiar: “No nosso ramo existe um preconceito muito grande em relação a como se divulga o trabalho. Quem decide fazer propaganda ou anunciar seu trabalho muitas vezes é visto pelos colegas de forma bastante negativa. Pode ser considerado um oportunista, que vai prometer algo que não conseguirá entregar. Ou ainda pior, um fracassado, que não conseguiu encher seu consultório por conta própria.”

Diálogo: Do Preconceito à Oportunidade

Foi aí que se desenrolou o seguinte diálogo:

– Quando você pensa em propaganda na internet, qual é a primeira coisa que vem à sua cabeça?
– “Anúncios com imagens e chamadas fortes, tentando me vender alguma coisa que eu provavelmente não quero”, ele respondeu.
– E quando você precisa achar alguma informação no seu dia a dia, onde você procura?
– No Google, claro!
– Você sabia que, na maioria das vezes, os primeiros resultados exibidos na página do Google são na verdade anúncios?
– Não tinha me dado conta. Mas como é que funciona?
– As pessoas escolhem as palavras que querem “patrocinar” e quando alguém faz uma busca por alguma delas, seu anúncio aparece lá em cima. Por exemplo, digita aí no celular: ortopedista em São Paulo. Esses três primeiros resultados são anúncios.
– Isso nem parece propaganda. Porque não é agressivo ou invasivo.
– Pois é, por isso que o Google ganha tanto dinheiro. Ele consegue fazer a conexão entre pessoas interessadas em certos produtos ou serviços e os prestadores que podem fornecê-los.
– Então é assim que funciona?
– Agora imagina se você é um ortopedista aqui em São Paulo e não está anunciando no Google. Imagina a quantidade de gente que procura todos os dias pelo seus serviços. Imagina quantos pacientes você conseguiria a mais, todos os meses.
– Mas e o restante dos resultados, esses abaixo dos anúncios?
– Esses são chamados de resultados orgânicos. Para aparecer aí não existe uma maneira simples ou rápida. Mas o Google compartilha algumas regras, sendo a principal delas “Crie conteúdos de altíssima qualidade”. Se você fizer isso, tem uma boa chance de começar a aparecer aí também.
– Quer dizer que escrever artigos também pode ser uma forma de “anunciar” na internet?
– Não só pode como essa é uma das maneiras mais interessantes, promissoras e usadas atualmente.

Esta Pode Ser a Sua Revolução

E dessa maneira eu consegui despertar a curiosidade e o interesse desse médico. Até então ele não sabia da existência da grande quantidade de ferramentas disponíveis para conversar com seus pacientes. E que pode ser encontrado facilmente na internet por meio delas. Ele provavelmente não começará a usá-las. Ele não precisa. Ele não tem horário disponível pelos próximos 4 meses. Mas se você, ao contrário dele, está procurando maneiras de lotar a sua agenda e não quer esperar 30 anos para isso, saiba que existe um caminho.

E que nós estamos aqui para lhe ensinar como trilha-lo.


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Sobre o autor

Daniel Palis Daniel Palis

Possui formação em Ciência da Computação pela USP, Publicidade & Propaganda pela UFG, além de um MBA em Marketing Digital (ESPM/SP). Trabalhou por mais de 3 anos na SKY, empresa de TV por assinatura, fazendo parte da equipe de Marketing.


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